segunda-feira, 1 de junho de 2015
Reflexão Sobre os Filmes
No filme “meu pé esquerdo”, a professora utilizou o livro como metodologia para que ele pudesse ler e pronunciar as palavras com mais clareza, pois só a mãe que o entendia.
Esse menino faz tudo com o pé esquerdo, ele trabalha com a coordenação motora global e fina, pois ele vai desde escrever á chutar e defender a bola no futebol. Além da psicomotricidade o filme também puxa para o lado da arte, mostrando desde a determinação do personagem por conta das suas limitações, mas principalmente como trabalhar arte com pessoas com deficiência.
Através de muito esforço e insistência da mãe e da professora ele acaba conseguindo falar melhor.
A professora também incentivou a pintura, como ele só mexia com o pé esquerdo ela usou isso ao favor dele, pois assim ele ate conseguiu dinheiro vendendo os quadros e ainda escreveu sua própria biografia.
No primeiro bimestre, nas aulas de pratica de ensino passamos a compreender que a pessoa com paralisia cerebral tem dificuldades motoras, não intelectuais ou cognitivas. Esse filme veio complementar o conteúdo ministrado nas aulas e mostrar mais uma vez que a falta de conhecimento alimenta o preconceito.
No filme “escritores da liberdade”, a professora deu um caderno para que cada aluno escrevesse sobre suas vidas. Ela conseguiu ter o manejo de classe por meio dessa proposta.
Ela desenvolveu métodos para que o aluno se conheça. Ela trabalha de uma forma que cativa e faz com que os alunos se interessem pela aula e estimula o aluno a querer mais conhecimento.
Ela trabalhou com a arte da escrita e expressão de sentimentos por meio dos textos, trabalhando assim o cognitivo e também o afetivo dos alunos.
Sobre a coordenadora ela se limita a somente executar o plano de ensino proposto.
ALUNAS: Ana Beatriz, Isabela Hott, Lorena Barbosa, Raísa Rangel e Tayla Souza
Análise de Filmes:
O filme
"Meu Pé Esquerdo" fala sobre a evolução e superação de um menino
chamado Chrirty Brown que nasceu com paralisia cerebral, não tendo movimento e
controle do seu corpo, com exceção do seu pé esquerdo, e é com esse pé que se
torna pintor e escritor.
O filme
mostra que ainda tem muitas pessoas dentro da própria casa
que não aceitam a diferença do próximo,
mostra o preconceito e a importância que o pai acha
da opinião dos outros por seu filho ter paralisia.
Mostra também que enquanto ele não fazia nada o
pai não tinha orgulho dele, e não o considerava da família.
Quando ele escreveu "mãe" com o seu pé esquerdo que era o único movimento que
tinha, o pai foi tomando orgulho dele e deixando o preconceito de lado. Mesmo
sendo diferente os irmãos e a mãe sempre aceitaram ele
mesmo sendo diferente, e os irmãos sempre envolviam Christy na
brincadeira. O pai não gostava de ter um filho "diferente",
mas esse preconceito não acontecia só dentro de casa, pois
quando ele se apaixonou, fez uma pintura em um quadro e escreveu uns
versos na borda, a moça ficou encantada mas quando ficou sabendo que
era o deficiente, ela fez questão de devolver.
Um dos pontos positivos foi a superação do Chrity, que mostrou que é capaz de
ser "igual" a todos e que mesmo com deficiência ele foi capaz de
aprender, com auxílio de uma professora que se importou com ele.
Um ponto negativo foi que na época como não era "normal" nascer com
paralisia cerebral, muitas pessoas achavam que era castigo de Deus. Outro
ponto negativo foi que ninguém acreditava nele, todos pensavam que ele não
sabia nada, que ele não entendia nada.
Sobre o filme "Escritores da Liberdade",
achamos que a professora deveria ter deixado os alunos irem para frente e ter
novas experiências, achamos também que a professora deveria pegar novas turmas
para que pudesse passar essas e outras experiências também para outros alunos.
Ela não sabia separar as coisas da escola para casa, deveria saber se organizar
mais.
Tiramos a conclusão que a professora levou a situação muito pro lado afetivo,
arrumou outros empregos por conta da escola e não tinha tempo para sua vida
pessoal.
A professora conseguiu fazer os alunos prestarem atenção com a própria história
deles, e aprender a conviver um com os outros, por que todos tinham algo em
comum.
Achamos interessante o fato da professora levar uma dinâmica interessante para
eles perceberem que eram todos iguais.
Um ótimo ponto foi que ela levou o conteúdo de um jeito em que o alunos se
interessassem e aprendessem com mais vontade.
Os alunos aprenderam a se respeitar e respeitar o próximo e a professora deu a
oportunidade deles se aproximarem.
Integrantes do Grupo: Amanda, Daiane, Letícia, Náthany e Thamires.
Analise do filme: Escritores da liberdade
Relata a história de uma professora inexperiente, que escolhe lecionar achando que é mil maravilhas. Chegando em seu primeiro dia de trabalho ela descobre que não é bem assim um mar de rosas, mas não desistiu, ela acreditou primeiramente no seu potencial de ter capacidade de estar ali.
Senso seu primeiro dia de aula ela ficou meio perdida, não sabia o que fazer, cometeu erros como por exemplo, apagar o quadro de giz com as mãos.
por estar iniciando e não ter convivência com os alunos , logo de cara não teve o respeito deles, foi vista por algum tempo " como a representação dos tais brancos em sala de aula ". Eles achavam que era queria roubar algum posto ali entre eles, e por conta disso acabaram se retraindo, se fechando pra o que aquela professora tinha para oferecer.
De inicio essa professora não demonstrou um bom domínio de classe, toda vez que havia algum tipo de discussão ou algo do tipo ela logo recorria a alguém para ajuda-la na situação que estava ocorrendo.
Ela começou a procurar meios para se relacionar com a turma, e já que eles não se abriam diretamente, ela propôs uma forma de se exporem indiretamente, tendo cada um sua escolha de repassar o que ele vive e escreve ou não, ela distribuiu diários, onde eles podia dar para que ela lesse ou não. E assim ela foi conhecendo uma pouco mais sobre cada aluno que tinha em sala.
Ela teve muitas ideias para tirar eles daquele raso conhecimento, daquela rasa vivência de "mundo" em meio a gangues, tráficos, caos e violências. Graças a ela muitos escolheram a mudança, e mudou o destino de vidas que seriam bem curtas naquele "meio mundo", mostrou a eles que eram capazes por mais que muitos os desprezassem ela acreditava neles. Bom ponto a mencionar é a sabedoria da professora em como não misturar o pessoal com o trabalho, que no momento de dificuldade que ela estava passando que foi o divorcio do marido e não deixou que nada afetasse aqueles crianças.
Mas também como todo bom profissional, ela teve suas falhas, e pecou com sua ética, ao brigar pela turma, escolhendo lecionar nela também no ano seguinte, em alguns momentos diz que dois dos professores não tinham capacidades de lecionar na turma dela no próximo ano, pois um dos professores que também era orientadora educacional, enxergava tais alunos como seres incapazes. Mesmo que ela estivesse certa ela não deveria ter exposto esses professores dessa maneira.
Podemos tirar de lucrativo nesse filme o exemplo dessa professora, que nunca deixou de acreditar nesses alunos, pois todos tem capacidades de aprender, e não existe um individuo que possa ser incapaz de correr atrás do que se quer e mudar seu destino.
Analise do Filme: Meu pé esquerdo
Meu pé esquerdo: o filme relata a vida de uma grande família com poucas possibilidades mas mesmo com todas as diversidades unidos em amor, com o incentivo da mãe a ajudar o seu irmão portador de deficiência cerebral. Apesar de ser em uma época que pouco se falava pouco da deficiência. Christy surpreende todos com sua força de vontade em se superar e impacta todos de sua família. O filme mostra que todos são capazes. Christy não se deparou com suas debilidades mas sim com sua superação, como sempre sua mãe o incentivava e com ajuda dos irmãos conseguiu vencer. Christy também teve o acompanhamento de uma doutora que ajuda o aprimorar suas habilidades, Christy consegue vencer suas dificuldades e consegue melhor usar sua única parte do corpo que se movimenta seu pé esquerdo no qual se torna pintor e escritor.
GRUPO: Aline, Celma ,Larissa, Maxilane e Tatiana
Trabalho de PPIP
Instituto de Educação professora Ismar Gomes de Azevedo
Turma:2003
Turma:2003
Analise do Filme Escritores da liberdade e do filme Meu pé esquerdo Com o intuito de identificar as práticas pedagógicas utilizadas pelos pais em meu pé esquerdo e pela professora em escritores da liberdade.
No filme "Escritores da liberdade" mostram alguns desafios da educação, em um contexto socioeconômico problemático, o que não foge muito da realidade do ensino das redes públicas do Brasil. discriminação, preconceito, alunos e professores sendo desmotivados e diferenciados pelo próprio sistema.
Como acontece na vida real, no filme a jovem professora chega entusiasmada, mas se depara com uma realidade totalmente inesperada. Encontrou em sua sala de aula, alunos de diferentes nacionalidades e pensamentos, não se respeitavam entre si e muito menos se interessavam pelos estudos, além de serem descriminados pela própria direção da escola e pelo corpo docente. Seus alunos não viam significado em suas aulas, tinham conflitos dentro da escola e não se interessam em realizar as atividades propostas pela professora. Isso acontece muito no Brasil, professores iniciantes vão com a cabeça totalmente fora da realidade, quando chegam à unidade escolar levam um “choque” de realidade, achando que tudo é bonitinho, vai ter material em bom estado, novo sem danos e na realidade é tudo ao contrario, acham que os alunos sempre vão se interessar nas aulas vão fazer as atividades sempre. Pois a realidade é bem diferente do que nós professores ou futuro professores pensamos ou achamos.
Mas o que muitos professores fazem é desistir desses alunos e desacreditar na sua capacidade de muda-los, mostrar um caminho diferente, o caminho do conhecimento o caminho para uma expectativa melhor de vida. Mas no filme essa professora faz diferente ela mostrar para seus alunos que eles são capazes, a professora entra na realidade dos seus alunos e inovam seus planos de aulas de acordo com a realidade de cada um, ela usa o método do caderno em forma de diário. Solicitou que cada um escrevesse diariamente nesse caderno, mas como modo de fazer com que os alunos expressassem seus sentimentos. No filme a professora faz uso da Sistematização Coletiva do Conhecimento que aborda questões importantes como a valorização do ensino, reconhecimento do trabalho do professor, diversidade cultural, valorização da literatura, dentre outros temas.
Os alunos não tinham fáceis acesso a livros, computadores ou outros materiais para que pudessem aprender sozinhos, restritos pela própria direção, achando que eles iriam danificar o material e nessa atitude da direção os alunos sentiam mais deferentes, incapazes e desacreditados no quanto eles são capazes de fazer. Isso é algo que acontece muito em nossas escolas, a escola não tem confiança nos alunos, sempre achando que o aluno vai fazer mau uso do material. Como também acontece da própria direção dificultar o trabalho que a professora queria realizar com os alunos, deixando a autoestima, confiança em si própria bem baixa.
Meu pé esquerdo
No filme "Meu Pé Esquerdo", não há muita diferença da realidade. Pais que muitas vezes não aceitam á de deficiência dos filhos, que querem simplesmente fechar os olhos ou de qualquer jeito "esquecer" do problema, mas também podemos ver gente que luta (como a professora do filme anterior) para ajudar alguém e tentar fazer a diferença, como a mãe, que mesmo com todas as dificuldades, não desistiu do filho. Sua mãe, no transcorrer da vida ensinou-o a ler e escrever, contra todos os prognósticos e posturas de uma época que a educação aos deficientes não era uma opção existente. Seus feitos provaram que todos os médicos estavam errados.
Na educação Brasileira os professores, em muitos dos casos desistem de fazer a diferença deixando aquele aluno de lado “sozinho” em um canto da sala de aula.
Christy Brown é um jovem que nasceu com paralisia cerebral, onde só movimentava o pé esquerdo ele sofria muito preconceito pela sociedade e pele seu pai que achava que ele era incapaz de fazer algo, mas quando ele escreve com o pé no chão a palavra mãe seu pai entendeu que o seu problema era só físico não intelectual, A partir daí ela começa a fazer desenhos de seus familiares. Sua mãe era a única que o entendia e fazia economias para comprar uma cadeira de rodas para o filho. Quando fica mais velho sua mãe conhece uma médica onde o ajuda a desenvolver a sua fala. Christy é reconhecido pelas suas artes e escreve um livro sobre sua vida e ajuda a sustentar a sua família. Christy Brown é um exemplo de superação, pois venceu preconceitos mostrou que independente de sua deferência ele tinha um alto nível intelectual e cognitivo.
Na educação brasileira, estamos vendo pequenas mudanças na forma de ensinar os deficientes, projetos já criados, etc. Ainda estamos bem longe de atingir nossas metas enquanto a isso, mas quem sabe um dia pode surgir aqui em nossa sociedade um Christy Brown.
Alunas:Julia Roberta,Luiza,Rebeca Pimenta e Ynara
Sites que nos ajudaram a desenvolver o trabalho:
http://especialeinclusiva.blogspot.com.br/2011/07/resenha-do-filme-meu-pe-esquerdo.html
http://www.laprev.ufscar.br/sinopse-filmes/escritores-da-liberdade
http://marcelopelucio.org/2013/04/10/resenha-meu-pe-esquerdo/
http://especialeinclusiva.blogspot.com.br/2011/07/resenha-do-filme-meu-pe-esquerdo.html
http://www.laprev.ufscar.br/sinopse-filmes/escritores-da-liberdade
http://marcelopelucio.org/2013/04/10/resenha-meu-pe-esquerdo/
domingo, 31 de maio de 2015
Reflexões sobre filmes
Escritores da liberdade
O enredo do filme, escritores da liberdade, desenvolve nos Estados Unidos, no Colégio Woodrow Wilson sala 203.
Tensão, conflito e violências são marcas da sala de integração, onde maioria dos alunos já sofreu ação de violência, são delinquentes ou está em situação de risco.
O filme mostra essas guerras, brigas e gangues, quando professora corajosa, animadas com o novo programa de integração da escola, se alegra ao conseguir o emprego, mas se assusta ao perceber a falta de interesse até da escola e a situação dos jovens.
A preocupação da professora aumentou cada vez mais, tinha ciência que todos seus alunos eram pessoas e que precisavam de atenção, se envolveu facilmente e conseguiu ajudá-los como pessoas, não só como alunos, afinal, tudo que acontece em nossa vida nos afeta, e os problemas vivenciados por muitos deles, acabava afetando negativamente no rendimento escolar, e a turma então ficou conhecida como: turma de reformatório.
Conhecer o seu aluno é essencial, vimos isso na teoria, na prática e também no filme. A forma utilizada pela professora foi diária, com ele conhecia suas histórias, aumentava a autoestima, os valorizava, fazia refletir e ajudava a se sentirem parte da sociedade.
Com isso, o filme incentiva a literatura, uma das artes mais importantes, que nos dias atuais, é algo que tem "sumindo" um pouco, com a chegada da nova geração, crianças estão cada vez mais cedo ganhando familiaridade com artigos tecnológicos. A arte é uma forma de expressarmos sentimentos e lermos o mundo, por isso inseri-la na educação é fundamental.
A psicomotricidade também é uma forma de incentivar e aguçar o interesse dos jovens, que nessa idade são tão ativos e querem se movimentar, como fizeram no filme algumas vezes no projeto.
Com tudo, o mais importante é a realidade social, que nos faz refletir sobre a metodologia de ensino tradicional, pois podemos nos deparar com situações assim como no filme em que tenhamos que nos empenhar para encontrar matérias diferentes, métodos que se adequam, situações que interessam, como por exemplo, trabalhar a questão do preconceito, mostrar que ninguém é melhor que ninguém, e que sim, somos diferentes, mas cada um tem o jeito, e isso não estabelece um padrão de melhor ou pior, todos têm seu valor.
Na vida, várias vezes encontramos pessoas que nos desestimulam, são negativos. A realidade em muitas escolas se assemelha da sala 203, com várias profissionais negativos, mas se ainda sim conseguir se dedicar e da o seu melhor seja na escola ou em qualquer área, verá resultados positivos, o principal, sua felicidade.
Portanto, o filme mostra que é possível resgatar através da educação, A escola precisa trabalhar com respeito e assim como vimos nas aulas de PPIP, temos que inserir a realidade dos alunos no currículo escolar, para que tenha um significado.
Meu pé esquerdo
O filme conta a história de Christy Brown, um homem que nasceu com paralisia cerebral, e a única parte do seu corpo que não foi afetada, foi seu pé esquerdo.
Podemos notar que a principio, nesse filme de anos atrás que o conhecimento sobre deficiências era pouco, por isso existia sempre o medo do estranho, ao conhecer e ter que se adequar a um "anormal". Atualmente, temos o google e nele encontramos de tudo, mas ainda assim, o conhecimento sobre os deficientes é bem fraco, as pessoas não se interessam, por isso ainda podemos perceber esse sentimento de espanto em muitas pessoas em relação à PNE.
No filme, com o passar dos anos, Christy mostrou a cada dia a sua vontade de viver, surpreendeu seu pai e a nos telespectadores.
Um fato do filme que comove e que é reproduzido na vida real é a falta de acessibilidade, que é algo importantíssimo e que na maioria dos casos não é saciado, as dificuldades para suprir as suas necessidades,a adaptação das pessoas a sua volta, o que fazer para melhorar a sua convivência, a falta de "materiais" para explorar e induzir o seu desenvolvimento e aprendizagem, em casa, na escola...
Christy mostrou que todos são capazes de se desenvolver, a sua mãe em todo momento acreditou e o ajudou. Mas a doutora com seu conhecimento mais aprimorado conseguiu de fato melhorar a vida do Christy, fazendo com que se controlasse cada vez mais e com isso se tornando autônomo.
O filme nos faz refletir sobre o fato de que temos que acreditar no potencial dos outros, inclusive daqueles que o mundo diz "não ter jeito", pois eles podem se superar, e surpreender a todos, a sociedade julga pela aparência.
Vimos que a arte também foi uma forma de ajudá-lo (literatura, pintura e música) a psicomotricidade com os exercícios.
Outro ponto, nesse não juntaria apenas PPIP, AE e PP, mas todas as matérias. A cidadania que é o exercício dos direitos e deveres, devemos respeitar e sermos respeitados, independente de qualquer coisa.
Esses dois laboratórios se repararmos bem, estão cada vez mais vivos, saem das teorias e das aulas da Margareth e partem para a vida real, práxis.
Como professoras, refletindo sobre filmes como esses, aprendemos que, por exemplo, a reabilitação, uma prática importantíssima pode ser realizada com AE e PP, melhorar a autoestima, aumentar o rendimento escolar, etc.
Não sejam professores medianos, usem o exemplo de filmes como esse e faça o seu melhor, usando todo seu conhecimento e força de vontade!
Trabalho de Práticas psicomotoras
Camila Dias, Luciana Gonzaga, Rebeca Xavier, Júlia Ramos e Vitória Ribeiro
domingo, 26 de abril de 2015
Hora do Teatro
- Elaborando um espaço de artes:
Tivemos a proposta de elaborar um espaço de artes dentro da sala de aula, assim pensamos em montar um mini-palco de teatro com as ilustres cortinas que irão se abrir e fechar ao começar e ao terminar uma apresentação dos alunos ou a partir de alguma história que a professora conte à eles. Para que desenvolvam sua criatividade ao mostrar sua peça, junto colocamos alguns adereços que servem como fantasia, estimulando a imaginação, autonomia e as relações interpessoais.
Usamos como material, TNT (tecido) de cores diferentes para fazer o fundo e a cortina e para as fantasias usamos, máscaras, chapéus, asas de borboleta, óculos, entre outros, que também podem ser confeccionados pelos próprios alunos.
*Espaço elaborado pelas alunas: Larissa Lopes e Letícia Mello.
Cantinho do Teatro
O cantinho escolhido pelo grupo foi o Cantinho do Teatro.
Ele pode ser elaborado na sala ou até mesmo em uma brinquedoteca.
No cantinho, a professora contaria uma história e as crianças reproduziriam a mesma com o teatro de fantoches e/ou o teatro com as próprias crianças encenando.
A história contada pode ser uma da escolha da professora ou uma que os alunos façam.
O Cantinho pode ser feito com a ajuda das próprias crianças na confecção dos fantoches e das fantasias.
O Teatro trabalha a socialização, estimula a imaginação, aumenta a autoestima, ensina a trabalhar em grupo,pratica a estrutura temporal pois a criança terá que saber o tempo da sua fala, o começo, o meio e o fim da história, melhora a fala e faz até mesmo que a criança se conheça melhor.
No teatro, podem ser trabalhadas praticamente todas as disciplinas. Podemos trabalhar geografia com a noção do espaço na hora de atuar, com as histórias e as falas, dependendo da história, podemos trabalhar até ciências, geografia, música etc.
Toda a atividade foi realizada na brinquedoteca do Instituto Educacional Professora Ismar Gomes de Azevedo.
Ele pode ser elaborado na sala ou até mesmo em uma brinquedoteca.
No cantinho, a professora contaria uma história e as crianças reproduziriam a mesma com o teatro de fantoches e/ou o teatro com as próprias crianças encenando.
A história contada pode ser uma da escolha da professora ou uma que os alunos façam.
O Cantinho pode ser feito com a ajuda das próprias crianças na confecção dos fantoches e das fantasias.
O Teatro trabalha a socialização, estimula a imaginação, aumenta a autoestima, ensina a trabalhar em grupo,pratica a estrutura temporal pois a criança terá que saber o tempo da sua fala, o começo, o meio e o fim da história, melhora a fala e faz até mesmo que a criança se conheça melhor.
No teatro, podem ser trabalhadas praticamente todas as disciplinas. Podemos trabalhar geografia com a noção do espaço na hora de atuar, com as histórias e as falas, dependendo da história, podemos trabalhar até ciências, geografia, música etc.
Toda a atividade foi realizada na brinquedoteca do Instituto Educacional Professora Ismar Gomes de Azevedo.
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